
A utilização da Rég.’. 24 PPol.’. consiste na idéia de planejamento, ou seja, tal Inst.’. representa a realização de um prévio estudo a respeito do que se deve enfrentar como ser humano, quer no plano espiritual, quer no plano material.
Com a Rég.’. podemos medir a longitude e apenas com ela estaremos aptos a compreender os objetos que nos cercam. Podemos estender o raciocínio das superfícies para os volumes e ângulos, uma vez que tais unidades são meras variações longitudinais.
Além disso, toda e qualquer medida, seja de calor, seja de velocidade, só é possível ser realizada na presença de um medidor longitudinal como a Rég.’. , de modo que todas as propriedades da matéria só poderão ser compreendidas com a utilização de tal Instr.’.
A aplicação das propriedades da Rég.’. 24 PPol.’. vem de tempos remotos. Curiosamente, o antigo deus egípcio, Phath, tem na mão a Rég.’. com a qual ele mede as enchentes do rio Nilo. Não preciso nem discutir a extrema importância que tal medição possuía no simbolismo da época, uma vez que toda a sociedade egípcia baseava-se nas medições do rio Nilo.
Se observarmos a correspondência de determinados atos em Loj.’. com os IInst.’. estudados no simbolismo da Arte Real, podemos ver claramente que o princípio norteador da Rég.’. 24 PPol.’. está correlacionado com as atitudes imprescindíveis do Ven.’. Mestr.’., onde este, com sua sapiência, conduz os TTrab.’. de maneira harmoniosa e serena.
Com a Rég.’. podemos medir a longitude e apenas com ela estaremos aptos a compreender os objetos que nos cercam. Podemos estender o raciocínio das superfícies para os volumes e ângulos, uma vez que tais unidades são meras variações longitudinais.
Além disso, toda e qualquer medida, seja de calor, seja de velocidade, só é possível ser realizada na presença de um medidor longitudinal como a Rég.’. , de modo que todas as propriedades da matéria só poderão ser compreendidas com a utilização de tal Instr.’.
A aplicação das propriedades da Rég.’. 24 PPol.’. vem de tempos remotos. Curiosamente, o antigo deus egípcio, Phath, tem na mão a Rég.’. com a qual ele mede as enchentes do rio Nilo. Não preciso nem discutir a extrema importância que tal medição possuía no simbolismo da época, uma vez que toda a sociedade egípcia baseava-se nas medições do rio Nilo.
Se observarmos a correspondência de determinados atos em Loj.’. com os IInst.’. estudados no simbolismo da Arte Real, podemos ver claramente que o princípio norteador da Rég.’. 24 PPol.’. está correlacionado com as atitudes imprescindíveis do Ven.’. Mestr.’., onde este, com sua sapiência, conduz os TTrab.’. de maneira harmoniosa e serena.
Entretanto, a Rég.’. 24 Pol.’. também é do Ap.’., pois não se pode aplicar utilmente outro Instr.’. sem a realização do planejamento da Rég.’. Por ser um instrumento ativo, com ela o novo Maç.’. poderá traçar retas e ângulos, delineando seus TTrab.’. O Instr.’. em questão nos passa a noção de infinito. Além disso, possui 24 Pol.’. simbolizando as 24 horas do dia, retratando a idéia de que o cálculo exato do tempo e do esforço despendidos em determinado Trab.’. é ininterrupto.
Como bem destacado no R.'.E.'.A.'.A.'., a medição termina onde começa a ignorância e a conjectura. Destarte, se deixarmos de lado o planejamento antecessor das ações, seremos submetidos às intempéries espirituais e sociais. O homem que vive de mera conjectura nunca empunhou, nem sequer observou, a Rég.'. 24 PPol.'. e, portanto, terá uma vida de incertezas e insucessos.
O que não poderia ser mais óbvio, na verdade, nos é revelado de forma doutrinária, ou seja, muitos profanos bem sucedidos utilizam, de modo leigo, a Rég.’. 24 PPol.’. para galgar cada vez mais degraus no meio social. Enquanto que alguns MMaç.’., pouco interessados, não utilizam o conhecimento que lhes foi passado para manusear de modo satisfatório o Instr.’. ora sob análise.
Cabe a nós MMaç.’. trazer à tona princípios que não devem ser soterrados pela ignorância e pela preguiça, procurando incentivar os IIrm.’. ociosos a saírem da polidez da teoria para a aspereza da prática, bem como identificar aqueles profanos que possuem em sua essência a espontaneidade inerente ao ser humano de caráter, trazendo-os à Sublime Ordem com o escopo de fazer novos progressos.
Diego Falcão
Fonte:
FIGUEREDO, Joaquim Gervásio de, Dicionário de Maçonaria, Editora Pensamento.
COUTO, Sérgio Pereira, Sociedades Secretas: Maçonaria, Editora Universo dos Livros.
Ritual do 1º Grau, Aprendiz Maçom, R.’.E.’.A.’.A.’., Grande Oriente do Ceará - GOCE
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